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Espaço para exercícios, atividades, avaliações, vídeos, teleaula e dicas educacionais. Este é um blog para pais e alunos e tem o intuito de divulgar o conhecimento, ideias e a possibilidade de novas aprendizagens, referentes ao Ensino Fundamental Anos Iniciais. Bem vindos(as)!
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
ECA na Proposta Educativa: Olhares e Vozes
domingo, 3 de novembro de 2013
10 dicas para entender seu filho adolescente
As alterações hormonais típicas da adolescência trazem uma série de mudanças comportamentais. Saiba como agir diante de questões como queda no rendimento escolar e início da vida sexual. O site da revista Educar para Crescer traz informações importantes sobre essa fase ...
No filme Desenrola, Priscila (Olívia Torres) não vê a hora de transar pela primeira vez. Ela não pensa em outra coisa e acha que a pior coisa do mundo seria morrer virgem. Quando a sua mãe viaja a trabalho e ela fica sozinha em casa, decide que o momento chegou. E aí Priscila não economiza esforços para ter a primeira experiência sexual com Rafa (Kayky Brito), irmão de uma colega de escola e bonitão da turma. Mas Rafa, além de bonitão, é "galinha". E nem tudo acontece como ela esperava...
A história de Priscila é ficção, mas se parece muito com a realidade dos adolescentes hoje. A descoberta da sexualidade tem se dado cada vez mais cedo e deixado muitos pais de cabelo em pé. Não só pela questão sexual em si - gravidez e DSTs são as maiores preocupações -, mas também porque traz váriasalterações de comportamento. Como agir com aquele menino doce e estudioso que se transformou em um adolescente agressivo e relapso com os estudos? E aquela menina que de repente começou a morrer de vergonha dos pais?
"A família tem de se reinventar para lidar com o adolescente de hoje", afirma Lélia Reis, psicóloga e pesquisadora do grupo Sexualidade Vida (CNPq/USP). De acordo com ela, muitas vezes os pais constroem uma fantasia acerca do que o filho deve ser, e a adolescência chega para mostrar que as coisas não são bem assim. E que é preciso paciência, bom humor, abertura, desprendimento e muito diálogopara lidar com os adolescentes do século 21.
A história de Priscila é ficção, mas se parece muito com a realidade dos adolescentes hoje. A descoberta da sexualidade tem se dado cada vez mais cedo e deixado muitos pais de cabelo em pé. Não só pela questão sexual em si - gravidez e DSTs são as maiores preocupações -, mas também porque traz váriasalterações de comportamento. Como agir com aquele menino doce e estudioso que se transformou em um adolescente agressivo e relapso com os estudos? E aquela menina que de repente começou a morrer de vergonha dos pais?
"A família tem de se reinventar para lidar com o adolescente de hoje", afirma Lélia Reis, psicóloga e pesquisadora do grupo Sexualidade Vida (CNPq/USP). De acordo com ela, muitas vezes os pais constroem uma fantasia acerca do que o filho deve ser, e a adolescência chega para mostrar que as coisas não são bem assim. E que é preciso paciência, bom humor, abertura, desprendimento e muito diálogopara lidar com os adolescentes do século 21.
Para saber mais, faça o teste: Você sabe falar de sexo com seu filho?
- 1 - Quando começa a adolescência?
- 2 - Por que a adolescência hoje começa mais cedo?
- 3 - É normal mudar de comportamento na adolescência?
- 4 - A adolescência afeta o desempenho na escola?
- 5 - Como atrair a atenção dos adolescentes para o conteúdo da escola?
- 6 - Como lidar com filhos adolescentes?
- 7 - Como falar de sexo com os adolescentes?
- 8 - Com que idade é normal começar a ter relações sexuais?
- 9 - É normal se masturbar na adolescência?
- 10 - Como lidar com a homossexualidade na adolescência?
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
A transfiguração na morte (Leonardo Boff)
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O dia dos mortos, dois de novembro, é sempre ocasião para pensarmos na morte. Trata-se de um tema existencial. Não se pode falar da morte de uma maneira exterior a nós mesmos, porque todos nós somos acompanhados por esta realidade que, segundo Freud, é a mais difícil de ser digerida pelo aparelho psíquico humano. Especialmente nossa cultura procura afastá-la, o mais possível, do horizonte pois ela nega todo seu projeto assentado sobre a vida material e seu desfrute etsi mors non daretur, como se ela não existisse.
No entanto, o sentido que damos à morte é o sentido que nós damos à vida. Se decidimos que a vida se resume entre o nascimento e a morte e esta detém a última palavra, então a morte ganha um sentido, diria, trágico, porque com ela tudo termina no pó cósmico. Mas se interpretarmos a morte como uma invenção da vida, como parte da vida, então não a morte mas a vida constitui a grande interrogação.
Em termos evolutivos, sabemos que, atingido certo grau elevado de complexidade, ela irrompe como um imperativo cósmico, no dizer do prêmio Nobel de biologia Christian de Duve que escreveu uma das mais brilhantes biografias da vida sob o título Poeira Vital (1984). Mas ele mesmo assevera: podemos descrever as condições de seu surgimento, mas não podemos definir o que ela seja. Na minha percepção, a vida não é nem temporal, nem material, nem espiritual. A vida é simplesmente eterna. Ela se aninha em nós e, passado certo lapso temporal, ela segue seu curso pela eternidade afora. Nós não acabamos na morte. Transformamo-nos pela morte, pois ela representa a porta de ingresso ao mundo que não conhece a morte, onde não há o tempo mas só a eternidade.
[...]
Cada cultura tem a sua interpretação da morte. Estive há tempos entre os Mapuches, no sul da Patagônia argentina, falando com os lomkos, os sábios da tribo. Eles têm bem outra compreensão da morte. A morte significa passar para o outro lado, para o lado onde estão os anciãos. Não é abandonar a vida, é deixar seu lado visível para entrar no lado invisível e conviver com os anciãos. De lá acompanham as famílias, os entes queridos e outros próximos, iluminando-os. A morte não tem nenhuma dramaticidade. Ela pertence à vida, é o seu outro lado.
Poderíamos passar por várias outras culturas para conhecer-lhes o sentido da vida e da morte. Mas fiquemos no nosso tempo moderno. Há um filósofo que trabalhou positivamente o tema da morte: Martin Heidegger. Em sua analítica existencial afirma que a condição humana, em grau zero, é a de que somos um ser no mundo, este não como lugar geográfico, mas como o conjunto das relações que nos permitem produzir e reproduzir a vida. A condition humaine é estar no mundo com os outros, cheios de cuidados e abertos para a morte. A morte é vista não como uma tragédia e sim como a derradeira expressão da liberdade humana, enquanto o último ato de entrega. Essa entrega sem resto abre a possibilidade para um mergulho total na realidade e no Ser. É uma espécie de volta ao seio de onde viemos como entes mas que buscam o Ser. E finalmente, ao morrer, somos acolhidos pelo Ser. E aí já não falamos porque não precisamos mais de palavras. É o puro viver pela alegria de viver e de ser no Ser. Para o homem religioso, este Ser não é outro senão o Supremo Ser, o Deus vivo que nós dá a plenitude da vida.
- Leonardo Boff é Teólogo/Filósofo e escreveu Vida para além da morte, Vozes 2012
Fonte: http://alainet.org/active/68617
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Regiões Brasileiras
O Brasil segue, atualmente, a divisão regional estabelecida em 1970, que divide o país em cinco regiões: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sul e Sudeste.
O Brasil é um país com enorme extensão territorial: apresenta área de 8.514.876 km², sendo seu território dividido em Regiões.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é o órgão responsável pela divisão regional do território brasileiro. Para reunir estados em uma mesma região são utilizados critérios como semelhanças nos aspectos físicos, humanos, culturais, sociais e econômicos.
Muitas divisões regionais do território brasileiro já foram estabelecidas ao longo da história, atualmente está em vigor a divisão estabelecida no ano de 1970, que é composta por cinco Regiões: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sul e Sudeste.
Divisão regional do Brasil
A Região Centro-Oeste é composta pelos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e pelo Distrito Federal. Sua área é de 1.604.850 km², ocupando aproximadamente 18,8% do território do Brasil, tendo a segunda maior extensão territorial entre as regiões brasileiras, sendo menor apenas que a Região Norte.
Conforme contagem populacional realizada em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população total do Centro-Oeste é de 14.058.094 habitantes, cuja densidade demográfica é de 8,7 habitantes por quilômetro quadrado.
O Nordeste brasileiro é formado pelos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Sua área é de 1.554.257,0 km². Abriga uma população de aproximadamente 53.081.950 habitantes, esses estão distribuídos em nove estados. O grande número de cidades litorâneas contribui para o desenvolvimento do turismo na região.
A Região Norte é composta pelos estados de Roraima, Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Tocantins. Está localizada entre o maciço das Guianas, ao norte; o Planalto Central, ao sul; a cordilheira dos Andes, a oeste; e o oceano Atlântico, a noroeste. Sua extensão territorial é de 3.853.397,2 km², sendo a maior região do Brasil, corresponde a aproximadamente 42% do território nacional. Possui uma população de cerca de 15,8 milhões de habitantes.
Os estados que formam a região Sudeste são: Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Situa-se na parte mais elevada do Planalto Atlântico, onde estão as serras da Mantiqueira, do Mar e do Espinhaço. Sua extensão territorial é de 924.511,3 km². Abriga uma população de 80.364.410 habitantes, correspondendo a aproximadamente 40% do contingente populacional brasileiro. A densidade demográfica é de 87 habitantes por quilômetro quadrado, sendo a região mais populosa e povoada do país.
O Sul do Brasil é formado pelos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Sua extensão territorial é de 576.409,6 km². Sua população é estimada em 27,3 milhões de habitantes.
Veja mais sobre cada região:
Região Centro-Oeste – As características do Centro-Oeste brasileiro.
Região Nordeste – As peculiaridades da região nordestina.
Região Norte – Os aspectos físicos e socioeconômicos da maior região do Brasil.
Região Sudeste – O complexo regional do Brasil mais industrializado.
Região Sul – A menor região do Brasil em extensão territorial.
Teste os seus conhecimentos: Faça exercícios sobre as Regiões Brasileiras e veja a resolução comentada.
Exercícios sobre as Regiões Brasileiras CLIQUE AQUI e AQUI
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Ângulos
Um ângulo é um conjunto de pontos, e o vértice e os lados do ângulo fazem parte desse conjunto.
Um ângulo divide o plano em duas partes não limitadas.
- ĊA e ĊB são os lados do ângulo ACB . - C é o vértice do ângulo ACB .
Um ângulo divide o plano em duas partes não limitadas.
- ĊA e ĊB são os lados do ângulo ACB . - C é o vértice do ângulo ACB .
Classificação de um ângulo
Ângulo agudo - é um ângulo compreendido entre 0º e 90º
Ângulo reto - é um ângulo cuja amplitude é 90º .
Ângulo obtuso - é um ângulo cuja amplitude é superior a 90º e inferior a 180º .
Ângulo raso - é um ângulo cuja amplitude é 180º .
Ângulo giro (cheio) - é um ângulo de 360º - que dá uma volta inteira!!
Exercícios on line CLIQUE AQUI
Fonte: http://mat7ano.no.sapo.pt/#Ângulos
domingo, 27 de outubro de 2013
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